O que eu aprendi com Frankl. Às vezes, as pessoas me perguntam por que falo tanto sobre Logoterapia. Minha resposta nasce da própria experiência: seus ensinamentos se tornaram uma forma de viver e de responder ao que a vida me apresenta.
Ao longo dos anos, percebi que um conhecimento ganha profundidade quando encontra expressão nas nossas atitudes. Quando transforma nosso olhar, orienta nossas escolhas e nos ajuda a cuidar daquilo que importa. Na minha história, uma pergunta abriu novos caminhos: “O que a vida espera de mim diante disso?” Essa pergunta me ajudou a reconhecer possibilidades de ação em momentos difíceis.
E fortaleceu um propósito: aproximar a Logoterapia da vida cotidiana. Um conhecimento que pode ser vivido Encontro os ensinamentos de Frankl na educação dos filhos, nos relacionamentos, no trabalho e na maneira como enfrentamos perdas e mudanças. Eles nos convidam a reconhecer nossos valores e a descobrir como colocá-los em prática.
Desse desejo nasceram as séries que compartilho: Memórias que Formam Valores, Histórias do Consultório, Reflexões sobre o Nosso Tempo e Pequenas Histórias, Grandes Sentidos. Cada uma é uma maneira de semear reflexões a partir de experiências humanas: uma lembrança de família, uma pergunta surgida no consultório, um desafio do nosso tempo ou uma história que nos faz olhar para a vida com mais atenção. Semear possibilidades de sentido Acredito no valor de ajudar as pessoas a reconhecer suas potencialidades e encontrar maneiras de colocá-las a serviço da vida.
Esse movimento pode ganhar expressão em um vínculo mais cuidadoso, em uma escolha responsável ou em uma contribuição que faz diferença para alguém. É isso que sustenta meu trabalho e minha vontade de continuar compartilhando. Falo tanto sobre a Logoterapia porque ela transformou meu olhar — e se tornou parte da minha maneira de responder à vida.